sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Buracos de minhoca e viajem no tempo

Os buracos de minhoca  são uma ponte que teoricamente pode atravessar o espaço e o tempo, e foram preditos pela teoria da relatividade de Albert Einstein, um dos bastiões para os pesquisadores das viagens no tempo. Neste caso não se trata de construir um artefato que nos “leve” ou “traga” no contínuo espaço-tempo, senão de entender como funciona essa viagem em si.

Por exemplo, os físicos sabem que a viagem ao futuro é uma realidade incontroversível, segundo a teoria de Einstein. Inclusive conseguiram enviar pequenas partículas (chamdas muons, parecidas aos eletrons) para o futuro através da manipulação do campo gravitatório em sua volta. No entanto, enviar um ser humano ou uma nave espacial é uma qüestão mais complicada. E por outro lado, a viagem ao passado apresenta problemas diferentes.

Segundo o astrofísico Eric W. Davis do Instituto Internacional de Estudos Avançados de Austin (EartTech), uma pessoa pode ir ao futuro ou ao passado utilizando buracos de minhoca, mas há dois problemas: primeiro, que sua existência nunca foi comprovada; segundo, que se existir seriam tão pequenos que não poderiam albergar uma pessoa ou um veículo.

Ao menos na teoria, segundo Davis, os buracos de verme são uma das numerosas soluções para a geometria do espaço tempo que exibem as propriedades da viagem no tempo, pois permitiria que uma hipotética nave viajasse de um ponto a outro do buraco mais rápido que a velocidade da luz. A velocidade da luz é o limite de velocidade de nosso universo, mas os buracos de minhoca seriam uma espécie de atalho para cortar caminho e superar em termos essa velocidade, explicada teoricamente: o objeto não ultrapassaria por mesmo nunca a velocidade da luz, senão que chegaria de um extremo ao outro do buraco de verme antes do que demoraria um raio de luz em percorrer esse espaço.

Dito de outro modo, o objeto atravessaria o buraco de verme e chegaria ao outro lado antes que o raio de luz percorresse a mesma distância. Deste modo, o objeto teoricamente nunca se move mais rápido do que a luz, devido às propriedades do buraco de minhoca. Contudo, esses buracos não são enocntrados nas árvores.

Segundo Eric, a solução seria criar um buraco de verme e mantê-lo equilibrado, o que implicaria conhecer mais de outro componente que torna isso possível, a matéria exótica, da qual ninguém sabe nadica de nadaa. Esta matéria permitiria acelerar ambos extremos do buraco de verme para as posições desejadas, segundo a teoria da relatividade.

A viagem no tempo já foi demonstrada teoricamente muitas vezes tanto desde a teoria geral da relatividade quanto desde a teoria quântica -ambas, explicações contrapostas do universo-, mas ao menos Eric está seguro de duas coisas: a pesquisa da viagem no tempo requer de esforço compartilhado de teóricos contrapostos (que teriam que trabalhar em uma espécie de teoria quântica da gravidade, que reconcilie as posturas antagônicas no campo teórico e prático) e que infelizmente não veremos a viagem no tempo durante esta geração.

Com um pouco de sorte um viajante do futuro poderia vir dar uma mão aos teóricos com os detalhes que lhes escapam. Talvez John Titor tivesse razão; ou talvez os cálculos de sua viagem foram errôneos.

Planeta semelhante a terra

Uma equipa de astrónomos europeus descobriu um planeta, com uma massa um pouco maior que aTerra, que orbita uma estrela no sistema Alfa Centauri, o mais próximo do nosso sistema solar,informou a Organização Europeia para a Investigação Astronómica no Hemisfério Sul (ESO)


Trata-se de um exoplaneta. O mais leve descoberto até agora em redor de uma estrela semelhante ao Sol e foi detetado pelo instrumento Harps, instalado no telescópio de 3,6 metros situado no Observatório La Silla, no norte do Chile.
De acordo com Stéphane Udry, do Observatório de Genebra, este é o primeiro planeta com uma massa similar à da Terra descoberto em redor de uma estrela semelhante ao Sol. Acrescenta, no entanto, que por orbitar muito perto da sua estrela "deve ser demasiado quente para ter vida tal como a conhecemos, mas é possível que faça parte de um sistema em que haja mais planetas".
Depois de quatro anos de observações, "este resultado representa um enorme passo rumo à deteção de um gémeo da Terra na vizinhança imediata do Sol. É uma descoberta extraordinária", salientou o cientista.
Alfa Centauri B é uma das estrelas mais brilhantes dos céus austrais e do sistema estelar mais próximo do nosso sistema solar, a apenas 4,3 anos-luz de distância.
O Alfa Centauri é um sistema estelar triplo, com duas estrelas semelhantes ao Sol - Alfa Centauri A e B -, orbitando próximas uma da outra, e uma estrela vermelha mais distante, batizada como Próxima Centauri


quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Será que vivemos em uma simulação?


Após assistir a Matrix, você ficou se perguntando se realmente existe um universo paralelo gerado por um computador? Se a resposta foi positiva, talvez esteja chegando a hora de você descobrir a verdade.

Segundo o Daily Mail, um grupo de cientistas da Universidade de Bonn (Alemanha) encontrou uma forma de confirmar se o universo como conhecemos é ou não uma realidade simulada.

Para confirmar a suposta teoria do 'Matrix', os estudiosos buscam criar uma simulação de nosso universo para encontrar a natureza da"visão restrita", que nos impediria de perceber esse universo paralelo virtual em que (teoricamente) estaríamos vivendo. 

Segundo eles, é possível que alguma civilização tenha conseguido produzir computadores tão poderosos capazes de desenvolver simulações do próprio universo. Sendo assim, estaríamos vivendo em uma dessas simulações, reproduzindo a mesma trajetória que nossos criadores. Ou seja, no futuro, seríamos capazes também de projetar as mesmas simulações em que supostamente vivemos.

A verdade será finalmente revelada quando os físicos unificarem o micro e o macro, e encontrarem nossas limitações percepto-sensoriais que nos impedem de enxergar a realidade. Viagem total dos tais cientistas ou uma realidade nebulosa?


Um pouco sobre mundo paralelo

O universo é tão certinho que a gente até desconfia. Para os religiosos que consideram que o Cosmos foi criado graças a um projeto divino, isso não é nenhuma surpresa: afinal, Deus é sábio. Já os cientistas, embora possam acreditar num Criador, tentam ir além dessa ideia e entender as razões físicas por trás dos mecanismos cósmicos. Afinal, por que o Universo está tão cheio de galáxias, estrelas e planetas, em vez de ser um imenso vazio? Por que as leis da natureza parecem ser tão adequadas ao surgimento da complexidade e da vida? Uma das hipóteses favoritas para tentar explicar isso nas últimas décadas deixa de lado a visão de que este nosso Universo é tudo o que há. Segundo essa ideia, a ordem cósmica só faz sentido se imaginarmos universos paralelos - e talvez até infinitos universos paralelos - pipocando por todos os lados.

"Hã? Como assim?", dirá você. Calma. O salto de uma coisa para outra é menos forçado do que parece. O problema científico que a ideia de universos paralelos (ou de um Multiverso, como também é conhecida) tenta resolver é o da sintonização precisa do nosso Cosmos. Existe uma lista pequena de características fundamentais do Universo, das quais depende o surgimento e a continuidade da vida na Terra (e em outros lugares também, se ela existir). São coisas simples, como a intensidade da gravidade, a massa (peso) dos elétrons e de outras partículas ou a quantidade da atração entre os componentes do núcleo dos átomos. Variações minúsculas em qualquer uma dessas grandezas tornariam inviável a existência de qualquer coisa que valesse a pena ser vista no Universo. Ou as estrelas não se formariam, ou queimariam seu combustível rápido demais, ou não formariam elementos mais complexos que o hélio. E aí, nada de Terra - e nada de vida.


Contudo, como eu estou escrevendo este texto e você está lendo o dito-cujo, parece que tiramos a sorte grande e chegamos até aqui depois de uns 13 bilhões de anos de história cósmica. Para alguns, a única explicação para esse fato improvável é que, nos primórdios do Universo, Deus teria "girado os botões" deda parâmetro cósmico de forma precisa, sintonizando o Cosmos para produzir estrelas, complexidade e vida. Mas será que não haveria uma explicação natural para a sintonia fina do Universo?


Os físicos até que estão tentando achá-la, mas a coisa anda meio difícil. Se fosse possível mostrar que os valores das grandezas essenciais (o tamanho relativo de cada partícula, a intensidade da gravidade etc.) dependem uns dos outros e têm uma razão única e lógica de ser, estaria resolvido o problema: o Universo é assim porque esse é o único jeito de um Universo ser. Acontece que, apesar de buscas incessantes, ninguém achou ainda esse princípio unificador. Os valores das grandezas do Universo continuam parecendo arbitrários. É preciso achar outro caminho para explicar a sintonia fina.                                            E você o que acha??

 ca

Será mesmo que estamos sozinhos no universo ?

A resposta para esta pergunta a algum tempo atrás era simples :Sim,apenas nós seres humanos que habitamos esse espaço enorme,mais para mim isso soa meio egoísta,a cada dia mais e mais planetas são descobertos,seria mesmo possível só o ser humano habitar a enorme via láctea? Penso que seria muito espaço desperdiçado.
Graças a tecnologia mais avançada hoje em dia podemos descobrir cada dia mais e mais.
Mais será que o ser humano está pronto para a verdade? seja ela boa ou má,uma hora teremos que colocar os pés no chão e descobrir de onde viemos e para onde iremos.
Ninguém sabe a origem de tudo,vivemos a vida com essa estranha sensação que há algo mais,algo talvez fora da nossa compreensão.
O ser humano tem muito o que evoluir para compreender as maravilhas da vida,crescer espiritualmente,mentalmente,para quem sabe um dia acharmos estas e outras respostas.a unica coisa que nos resta é a esperança de algum dia entendermos tudo isso,essa bagunça chamada vida.
Enquanto não descobrimos a verdade vamos nos contentando com a duvida,e com a sede de descobrir o que realmente somos.
Essa verdade que tentam tanto esconder...